Alimentação do trabalhador no distanciamento social

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A pesquisa “Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro durante a quarentena”, que coletou 107 mil respostas durante o mês de maio, aponta que 69% dos trabalhadores brasileiros mantêm uma alimentação saudável mesmo atuando em home office, durante o período de distanciamento social. O levantamento, realizado pelo Núcleo de Estudos Sodexo, mostrou também que entre os alimentos que os profissionais mais passaram a consumir estão as frutas e legumes, com 65% dos respondentes, seguidos de carne vermelha (43%), massas (34%), doces (23%) e fast food (15%).
E como neste período de distanciamento o consumo de alimentos e refeições prontas em casa tem aumentado consideravelmente, a percepção dos trabalhadores sobre a importância dos benefícios oferecidos pelas empresas em que atuam tem crescido na mesma proporção.
De acordo com o levantamento, a grande maioria dos entrevistados (89%) considera que a manutenção destes benefícios (Cartão Alimentação e Refeição) os ajudam a manter uma alimentação equilibrada durante este período, sendo que quando questionados sobre que tipo de benefício mais os ajuda neste quesito, os brasileiros responderam, respectivamente: cartão alimentação (86%) e cartão refeição (24%).
A partir desta pesquisa, pode-se verificar que a maioria dos trabalhadores brasileiros já entendeu que a realização de uma alimentação equilibrada durante o período de distanciamento social impacta positivamente em sua saúde e produtividade, bem como na qualidade de vida de toda a família.
Criado em 1976, o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) comemora 43 anos como um dos programas sociais mais importantes do País. Instituído pela Lei nº 6.321 e gerido pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, tem por objetivo melhorar as condições nutricionais dos trabalhadores, com repercussões positivas para a qualidade de vida, a redução de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, além de aumentar a produtividade de milhões de trabalhadores ao garantir acesso à alimentação, além de incentivos fiscais às empresas que dele fazem parte.

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