O QUE DISSERAM E DIZEM D’ “O COMBATE”
Continuação…
Em 20 – 09 – 1953
Há um laço que liga todas as pessoas que nasceram ou viveram aqui e hoje se encontraram trabalhando fora de Jaboticabal. É “O Combate”. Ele nos acompanha, levando as boas e más notícias – Alberto Bottino, Deputado Federal.
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Pujando sempre, sem deslizes e sem canseiras, pelos reais interesses da coletividade, tem feito jus o atual diretor do “O Combate” ao respeito que merece seu jornal, e que recebe da população da zona em que circula. – Dr. Pedro Doria.
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Em 20 – 09 – 1953
“O Combate” transpôs as nossas fronteiras, brilhando pelo direito e pela verdade. E é motivo de orgulho a sua ação patriótica, projetando fora de Jaboticabal o nome de sua gente e de sua terra, e ombreando-se com aqueles que cooperam pela imprensa honesta para a grandeza da Pátria – Dr. Wilson Bussada, Advogado e Jurisconsulto, residente em São José do Rio Preto.
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Sem Antônio Gonsales Sobrinho não teríamos “O Combate” – esse jornal cuja as colunas estão sempre, de fato, abertas a todas as ideias úteis, construtoras, jornal que, pelo esmero, com que é confeccionado, e que assim revela o grande ideal de seu digníssimo Diretor-Proprietário e a perfeita competência de seus dedicados auxiliares, agrada plenamente a quem nele escreve e a quem o lê e, ainda, muito honra esta Jaboticabal das rosas da nossa admiração e da nossa estima, bem como a família jornalística universal. – Antônio T. Correia Leite, São José do Rio Preto.
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“O Combate” e seu proprietário não se curvam ao peso do dinheiro e nem se dobram a força das injunções. Seguem serenos e altivos o caminho certo que o destino lhes traçou. – Prof. Wilson B. Tucci.
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“Então, eis porque, nesta data, jubilosamente, rendemos nossas homenagens a ‘O Combate’, não só por ser um órgão de imprensa, mas por ser, realmente, um órgão de boa imprensa. Este semanário que há meio século, nascia para Jaboticabal, tem sido o modelo de constância, de elegância e de utilidade”. – Prof. Mário Ferrari.
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Em 01 – 01 – 1967
“Nesta fase que se inicia no alvorecer de 1967, desejamos que ‘O Combate’ não se esqueça jamais do teimoso idealismo de Antônio Gonsales Sobrinho, amanuense, o tipógrafo, o jornalista que fez o seu jornal, através de meio século de existência, a crônica vida dos acontecimentos que marcavam as esperanças e os desencantos da generosa, acolhedora e altiva comunidade jaboticabalense. – Laerte Ramos de Carvalho, Reitor da Universidade Nacional de Brasília.






