Ao longo do centenário pelo que já passou, a nação brasileira vem sendo vitimada por conjunturas sociais, políticas e financeiras. Especialmente pelas estremas incapacidade e desonestidade dos que puseram os seus pés conscientes dos desvãos que facilmente os esperavam.
Sabidamente, hoje é o momento precípuo de rever a história e buscar novos valores que nos levem a construir um verdadeiro país.
Sabidamente, repita-se, descobrimos os descaminhos que foram objetos para desfazer uma nação inteira e conduzir o país à sua quase decomposição e a uma tragédia envolvente. Não foram só alguns contigentes grupais específicos mas também portadores de vestimentais variáveis que chegaram até às intimidades das Togas.
A partir de janeiro de 2.018 é chegado o momento de lutar heroicamente para a manutenção de um ambiente de harmonia, conquistas econômicas e sociais.
E não faltarão agora circunstâncias exageradamente conhecidas para denunciar as posturas inadequadas dos quadrilheiros e quadrilhões que tantas vezes se expuseram para encontrarem meios e oportunidades para darem continuidade permanente aos seus delitos. Eram atos que assim pretendiam promover para manter as suas vantagens como beneficiários delituosos não comparativos com a dignidade humana.
Com os avanços da história, com as relevantes e relatividades políticas de alguns, nos pareceu agora que estamos dando os primeiros passos para a longa caminhada. É o momento em que podemos buscar genericamente os instrumentos para as mudanças dos equilíbrios social, político e econômico. É a mudança para um país que viveu, durante anos sob a mira da inércia, da irresponsabilidade, dos descalabros financeiros e educacionais.
Sentimos que, agora, a eleição constitucionalmente proposta nos conduz a uma caminhada nova a partir de 2.018 onde novos ingredientes se somarão a novos valores humanos. Um grande conjunto ou a maioria dos políticos ou supostamente políticos que degradaram o país, ao abrir o cenário eleitoral de 2.018 deverão encontrar todos os poderes executivo, legislativo e judiciário, decididos para não permitirem a desgraça do país que ainda é promovida, por uma grande parte dos que ainda tem assentos congressuais.
PARA CHEGAR LÁ, para chegar a conduzir toda a nação brasileira, é manter-se do lado Econômico, do lado da Segurança, da Saúde e da Educação. São estruturas básicas que, para sempre, serão capazes de impedir o rastro dos falsos representantes públicos e permitir procedimentos que atinjam os interesses da sociedade como um todo.
Para finalizar, indubitavelmente é agora o ambiente propício para chegar às eleições, elementos políticos para reformar o Congresso, em prováveis mutações no campo jurídico e alterações relativas ao novo presidente da república, contando com novos administradores, técnicos e especialistas em geral. Somando com as nossas ansiedades precisamos promover uma seleção de candidatos eleitorais para excluirmos aqueles que até os dias de hoje macularam o nosso sistema democrático. E outros, também condenados, foragidos, com processos em tramitação processual e os réus “tornozeleiros” em procedimentos judiciais. Esta é a hora em que VAMOS CHEGAR LÁ onde encontraremos a certeza de que este país, de hoje em diante, não tolerá jamais indivíduos que não saibam dignificar a sua nação e a democracia que cultivamos.
Hélio Chaves da Silveira/hcsilveira@uol.com.br






