Livro de ficção, escrito por uma dupla de professores, também atrai a atenção dos leitores

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Imagine se o seu herói favorito pudesse ganhar mais um superpoder. Qual seria? Agora, acrescente a isso a capacidade de encantar a todos por meio de valores que só são alcançados por meio da educação. Só falta dizer que esse herói, além de tudo isso, é romântico! Sim, caro leitor! E existem muitos outros atributos que você descobrirá em Riniam, personagem principal de “Céu de Trevas”, o livro de Emerson Bulgarelli e Alexandre Solano, que acaba de ser lançado pela editora Viseu e que está à vendo, sob encomenda, na livraria Lápis de Ouro.
A sinopse do livro, de 268 páginas, vai mais longe: conta que além das características que chamam atenção nas grandes obras da literatura fantástica, “Céu de Trevas – A saga de Riniam” traz uma intrigante releitura do Apocalipse por meio dos costumes de nosso país em contato com os demais. “Só munido da nossa brasilidade e daquilo que podemos ver nos outros grandes personagens da Literatura, é que Riniam poderá, quem sabe, vencer o grande mal que ameaça nosso mundo – os Tenévolos. Mas quem são os Tenévolos? Estes só serão revelados à medida que tiveres coragem para junto com Riniam enfrentar essa grande aventura”, diz a sinopse do livro.
Alexandre Francisco Solano é doutor em Teoria Literária, mas, por encantamento, graduado na arte de prender-se às leituras capazes de transpor-nos para um universo diferente da nossa realidade – cheia de injustiças e repleta de desunião. Como professor de Literatura, Alexandre aprendeu que a leitura é o principal caminho para a transformação social de um país, além do entretenimento que ela nos traz. Também escreveu a obra “Nos passos do Urubu Malandro – do picadeiro à tela: Oscarito e a Atlântica Cinematográfica”.
Emerson Aguinaldo Bulgarelli é professor de Geografia. Resolveu entrar para o mundo da literatura após conviver com adolescentes por mais de vinte anos. A vivência nas salas dos colégios, conduzido a cada aula para os mais diferentes lugares do Brasil e do mundo, foi um dos fatores que motivou sua estreia no mundo da Literatura. “Foi diante dessas infinitas viagens geográficas que surgiu a ideia de trabalhar em uma obra de ficção. Porque sonhar é o primeiro passo para transformar a realidade”, disse o professor.

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